Essas pessoas que têm a necessidade de ficar se auto-afirmando: sou roqueira, sou alternativa, sou comunista, sou sensível, amo os animais, odeio falsidade e preconceito. Olha, vocês não estão me convencendo.
Não por a menina que se diz roqueira dançar na boquinha da garrafa em bailes funks.
Não pela criatura que diz odiar o capitalismo estar escrevendo isso no facebook através de seu smartphone.
Não por as pessoas que dizem odiar falsidade serem as mais falsas.
Não por isso.
Só que afirmar muito uma coisa faz as pessoas duvidarem disso.
Só isso.
domingo, 18 de março de 2012
sábado, 25 de fevereiro de 2012
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Salve-se quem puder...
Nem deveria estar escrevendo aqui, devia estar fazendo outra coisa (devia mesmo -.-), mas nesse fim-de-semana algo me chamou a atenção.
Simplesmente, posso dizer que vi uma das coisas mais ridículas do mundo: um extintor de incêndio.
Sim, é uma das, pois as outras são as saídas de emergência (principalmente as de ônibus). Por que eu digo que são ridículas? Porque são, ora bolas...
Não, mas falando sério agora, aqueles lacres são HUMANAMENTE IMPOSSÍVEIS de se retirar, são humanamente impossíveis de se retirar quando se está calmo, fora de perigo. Imagina então você NERVOSO, CORRENDO RISCO DE VIDA tentando tirar aqueles malditos lacres! Não sei se já repararam, mas os lacres das janelas de emergência dos ônibus têm parafusos, PARAFUSOS!!
Tá, daí vai vir alguém falar que se for muito fácil de tirar, crianças e vândalos (ou crianças vândalas, que seja) vão acabar danificando os mecanismos, brincando, avariando, etc... Mas foda-se!(sim, to educada). A verdade seja dita: esses lacres NÃO TÊM LÓGICA!
E eu cheguei a uma conclusão:
A não ser que você esteja com uma furadeira na bolsa quando o seu ônibus capotar ou na presença de um viking com um machado quando seu prédio pegar fogo, é melhor nem tentar chegar perto daqueles malditos lacres vermelhos.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Siga o líder.
Eu gosto de mandar, mas de certo modo também gosto de ser mandada. Contraditório? Talvez.
O que eu quero dizer é que não me importo de receber diretrizes, desde que venha da pessoa certa.
"Tanto faz" talvez seja a expressão que eu mais use, pois nos meus ataques de autista-relapsa eu sou completamente indiferente à perguntas do tipo: "Em que mesa você quer sentar?", tanto faz, é sempre essa a minha resposta porque, a não ser que a mesa fique embaixo de uma goteira, eu não vou me importar nem um pouquinho com ela. Será mais uma mesa dentre tantas outras, afinal ela não me cativou, o que não permite que eu sinta necessidade dela e ela de mim ... (e Pequeno Príncipe mexe com a gente).
Por outro lado, fico extremamente indignada com "falsos líderes", pessoas que SÓ sabem delegar tarefas, pessoas que analisam tudo de cima, que não participam ou que nunca participaram das tarefas, dos valores, da filosofia que delegam aos outros. Comodismo ou apenas hipocrisia? Não sei. Mas eu quero receber diretrizes de alguém que conhece o caminho, que já passou por ele, que conhece as pedras que possam existir e que me ajude nos obstáculos. Isso é um líder. Não alguém que chegou ao seu destino de helicóptero, bebendo um vinho caro, com gogoboys/girls ao seu dispor e que apenas diga: "Você tem que chegar a tal lugar." não importando se pra isso você tenha que passar por um lago cheio de crocodilos, piranhas sanguinárias, insetos exóticos que fazem um estrago em pessoas alérgicas, se você vai sofrer insolação, se vai dormir mal, se vai comer mal...o importante é cumprir a missão, pois manda quem pode (não quem merece) e obedece quem tem juízo (ou quem é educado demais pra mandar esses "líderes" pra puta que pariu...).
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Toda ação tem uma reação.
Quando alguém me diz : "Eu preciso te contar uma coisa, mas tem que ser pessoalmente porque eu quero ver a tua reação" eu me assusto.
Quando eu escuto a tal coisa e começo a chorar que nem um bebê quem se assusta são os outros...
Faz parte.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
A gente ouve cada uma...ou não.
O que eu vou escrever agora poderia me meter em confusão se o meu blog fosse do conhecimento das pessoas que protagonizaram essa estória, mas como a pessoa por trás desse código HTML é de conhecimento de poucos gatos pingados ... hora de morfar!
(Um minuto de silêncio para a risada maléfica)
Sua imaginação pode te levar a lugares incríveis...ou não. Às vezes só serve pra você entrar em crise existencial mesmo. E digo isso com propriedade por causa de uma estória que aconteceu com o amigo de um amigo meu. Tá, aconteceu comigo mesmo e deixa quieto.
Eis que estou na academia (sim, eu sou a sedentária preguiçosa mais saudável e serelepe do mundo [?]), acabo de fazer uma aula de Jump, um dos Body Systems de maior aceitação e... tá parei.
Enfim, eu lá suada (sério?), passo por um professor e uma aluna que estão conversando, e eis que ela diz:
-Ousadia...
Daí eu pensei: “Ela deve estar falando o nome da loja em que ela trabalha, loja do tipo que vende rola-moça, rala-bela, dança-na-boquinha-da-garrafa, ai-se-eu-te-pego, essas coisas.”
Mas aí ela completa:
-E fidelidade!
Esse foi o momento WTF, sim, pois na minha cabeça as únicas perguntas que comportavam uma resposta dessas seriam: “O que mais te atrai num homem?” ou “O que um homem tem que ter para conquistar o teu coraçãozinho?”, e isso doeu, doeu tanto que eu pegaria a primeira estaca que eu visse (é, na minha cabeça academias têm estacas à disposição pra qualquer um, pagando a mensalidade, é claro), enfiaria no peito e ainda giraria!
O professor deveria sentir vergonha por deixar a pergunta que ele fez à mercê da minha imaginação. Onde é que já se viu?
Essa foi a pergunta mais idiota que eu (não) ouvi ser proferida.
Ousadia e fidelidade?! Ah, francamente!
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
(Y)
A menina dos fósforos foi comprar uma caixinha nova, em breve voltaremos com a programação inicial...
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