sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

A gente ouve cada uma...ou não.

O que eu vou escrever agora poderia me meter em confusão se o meu blog fosse do conhecimento das pessoas que protagonizaram essa estória, mas como  a pessoa por trás desse código HTML é de conhecimento de poucos gatos pingados ... hora de morfar!

(Um minuto de silêncio para a risada maléfica)

Sua imaginação pode te levar a lugares incríveis...ou não. Às vezes só serve pra você entrar em crise existencial mesmo. E digo isso com propriedade por causa de uma estória que aconteceu com o amigo de um amigo meu. Tá, aconteceu comigo mesmo e deixa quieto.

Eis que estou na academia (sim, eu sou a sedentária preguiçosa mais saudável e serelepe do mundo [?]), acabo de fazer uma aula de Jump, um dos Body Systems de maior aceitação e... tá parei.

Enfim, eu lá suada (sério?), passo por um professor e uma aluna que estão conversando, e eis que ela diz:

-Ousadia...

Daí eu pensei: “Ela deve estar falando o nome da loja em que ela trabalha, loja do tipo que vende rola-moça, rala-bela, dança-na-boquinha-da-garrafa, ai-se-eu-te-pego, essas coisas.”

Mas aí ela completa:

-E fidelidade!

Esse foi o momento WTF, sim, pois na minha cabeça as únicas perguntas que comportavam uma resposta dessas seriam: “O que mais te atrai num homem?” ou “O que um homem tem que ter para conquistar o teu coraçãozinho?”, e isso doeu, doeu tanto que eu pegaria  a primeira estaca que eu visse (é, na minha cabeça academias têm estacas à disposição pra qualquer um, pagando a mensalidade, é claro), enfiaria no peito e  ainda giraria!

O professor deveria sentir vergonha por deixar a pergunta que ele fez à mercê da minha imaginação. Onde é que já se viu? 

Essa foi a pergunta mais idiota que eu (não) ouvi ser proferida.

Ousadia e fidelidade?! Ah, francamente!

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