Em plenas últimas 24 horas do ano de 2011 resolvi criar um blog para afogar minhas mágoas como se fosse uma garrafa de tequila, pelo simples fato de eu não beber.
Alguma coisa deve estar mudando pois nesta tarde resolvi abrir uma garrafa de vinho branco ganha em uma janta de Natal do trabalho, mas como disse anteriormente, eu não bebo. “Eu gosto de quentão” pensei, por isso provar um gole de vinho branco não deve ser tão ruim... Nem preciso dizer que a minha expectativa de apreciar uma bebida de “adultos” esperando que ela tivesse gosto de suco de uva concentrado e de cravo e canela foi extremamente falha.
Agora eu entendo aquela frase em que Einstein diz que a inteligência é relativa, e que não podemos analisar um peixe na sua capacidade de escalar uma árvore. O mesmo vale para os vinhos. Não podemos julgar uma garrafa de vinho branco por não ter gosto de quentão...
Talvez uma de vinho tinto, quem sabe.
Talvez uma de vinho tinto, quem sabe.